Tem coisas que o corpo sente e o outro acolhe... Vozes se calam no tempo, no canto, na parede... Pinturas no corpo, na alma, e no olhar... Pernas desenham um sorriso de luz, correndo, deslizam por algum lugar, longe da sanidade, bem mais perto da loucura!
Mais almas que uma, mais eus que eu mesmo
domingo, 8 de julho de 2012
domingo, 22 de abril de 2012

A passagem do tempo me encaminha
para um novo traçado, no emaranhado das emoções passadas me esqueço.
Nem se vai à dor, nem tampouco o
amor!
Penso em coisas que não tem nome,
em sentimentos que anestesiam a alma, em sorrisos quentes e abraços alegres, palavras que encantam como um canto.
A alma ainda vibra, impulsionada
por algo que desconheço, e me basta saber que existe!
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Não posso voltar nas voltas que já dei, nos laços por onde enlacei. Desfazer as palavras desenhadas, borrar as cores na tela dos desejos... Enfim, chego em algum lugar, que não sei qual, com sentimentos que me enlouquecem a alma, e pensamentos que cegam a razão.
(Hoje sou verdade, sentimento conectado, distante de algo, mas enfim, com a alma clara).
domingo, 20 de novembro de 2011
Que confusão nesse coração... coisas tão loucas quanto eu mesma.
Mas a loucura eu não pretendo curar, talvez a racionalidade destas emoções é que precisem de uma dose de insanidade...
Então, deixo estar, deixo no não dito o que dizia a emoção, e calo o coração, louco, virado, que eu não entendo, mas insiste em determinados sentimentos!
Confesso... tem horas que não dá, não consigo sustentar, as pernas enfraquecem a alma desmorona, caio no pranto, na dor, na falta, na raiva, na saudade, no nojo, no insuportável... isso tudo, simplesmente porque sou ser humano, sou mulher, sou pisciana (risos), chorando, rindo, exagerando, esquecendo, lembrando...
E assim, eu vou transformando pedras em doces, plantando roseiras e regando com o pranto, para em breve, colher risos e alegrias, com cores de arco-íris e gosto... de um beijo doce!
Mas a loucura eu não pretendo curar, talvez a racionalidade destas emoções é que precisem de uma dose de insanidade...
Então, deixo estar, deixo no não dito o que dizia a emoção, e calo o coração, louco, virado, que eu não entendo, mas insiste em determinados sentimentos!
Confesso... tem horas que não dá, não consigo sustentar, as pernas enfraquecem a alma desmorona, caio no pranto, na dor, na falta, na raiva, na saudade, no nojo, no insuportável... isso tudo, simplesmente porque sou ser humano, sou mulher, sou pisciana (risos), chorando, rindo, exagerando, esquecendo, lembrando...
E assim, eu vou transformando pedras em doces, plantando roseiras e regando com o pranto, para em breve, colher risos e alegrias, com cores de arco-íris e gosto... de um beijo doce!
Asas exibindo suas cores, seu dançar em meio as flores...
Exalando perfume de lavanda, pousando na flor de alfazema.
Escuta seu canto de poesia colorida, de cores e doces, de dança e alegria!
A dor que deixa na partida, cada pedaço que morre, que renova e renasce!
Renata=Renascida!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Vida... Escuta!
Só uma chance de deixar ser...
O ser da alma que ama.
Não fui eu... era o medo
Coração queria, o dito não
A alma não falava
Deixava de lado a luz e apagava.
Coração agora fala...Quase não se cala
Mas a vida que é tão rara, para!
Desaparece na alma e se cala.
O tempo não passa, o coração só fala, e o ser não sabe o que fazer!
E agora?!
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